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quarta-feira, maio 21, 2008

Da lingua portuguesa.

Escrever fizemos com acento no "é" é bonito.

segunda-feira, março 03, 2008

Sobre a coragem.

«Tem de ser. Não tens noção das dores.» dizia ela à amiga.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Há dias mais complicados do que outros...

...mas tivessem sido todas as épocas de exames assim e estávamos nós muito bem... parecem férias!!

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Eis que...

... fui de férias. Uma semana. Não é que quisesse propriamente voltar agora. Acabaram-se os dias de sol, as meias-de-leite com espuma e as tostas de galinha. Acabaram-se os passeios para apanhar sol, porque estar em casa é um tédio. Agora, resta pagar pelas férias com tempo que obriga a optar entre dormir e cumprir prazos que não fui eu que acordei. Ainda não comecei e já sinto a insónia do stress (stresse? setresse?). É só continuar a respirar propriamente, é fácil: a especialização é esta e faltam 19(?) meses. Só não vejo a necessidade de os passar à sombra ou em casa. Mas não faz mal. Faltam 19 (?) meses. Depois há outras coisas para fazer. Melhores. Não é que agora sejam más, as coisas. Más são as condições em que elas decorrem. Este tempo não é o meu. Não que isso importe ou possa ser mudado. Por enquanto.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Da dúvida.

Levantar às seis e trinta. Cerca de duzentos quilómetros por dia. Um telemóvel com menos de um ano e com mais de cento e cinquenta horas de conversação. Ter dentro da cabeça uma empresa com dois mil clientes, saber manter um contacto profissional que, a despeito de estarmos no melhor ou no pior dos nossos dias, tem de ser cordial, sóbrio e atenciososo. Gerir a relação de setenta empregados. Sair com os miolos feitos em água e dirigir-me para a universidade. Deu-me a pancada da tese. Entrar em casa às onze e meia da noite. Tentar gerir a casa e os afectos. Antes de ir para cama, escrevo este texto a pergunto-me se tudo isto vale a pena, se não estou a esquecer-me das coisas mais importantes da vida, se vale a pena escrever este texto, se faz sentido um caos deste tipo, para ficar sem tempo para grande parte das minhas devoções e das minhas paixões, se vale a pena esta dor de cabeça que tenho, se vale a pena ter estudado para ter como recompensa um telefone com doze chamadas por responder, se vale a pena. Suponho que a vossa vida seja parecida com isto, mas nunca vos perguntais se vale a pena. Tenho que ir dormir. E tenho que mudar de página.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Um dia...

...esta merda acaba e eu vou poder dormir ou ler um livro.
Eventualmente, eu vou ter férias.
Certo?

terça-feira, outubro 23, 2007

Presta atenção ao teu inconsciente ou...

Saí de casa às 16h00 para ir aos correios. 30 minutos seriam tempo suficiente. Assim que fechei a porta, apercebi-me que não tinha chave comigo. Não podia voltar a entrar. Cinco minutos antes tinha estado a pensar que não me podia esquecer de a pôr no bolso. Tinha o telemóvel. Mandei sms a uma das minhas colegas de casa que estava a ter aulas, mas, tudo bem, tinha intervalo às 16h30. Fui ter à porta da sala dela e esperei. Às 16h30, ela saiu e emprestou-me a chave dela. Fui aos correios. Quando já estava a ser atendida, notei que não tinha comigo o envelope que queria enviar. Voltei para casa pelo pior caminho. Porque era o mais rápido. Já eram 17h00 quando cheguei. O envelope estava em cima do teclado do pc. Não volto lá hoje, estou cheia de trabalho, não posso perder tempo.




O que é que o inconsciente tem a ver com isto? O conteúdo do envelope deveria ser entregue presencialmente e o trabalho que me espera é interessante, mas imenso. Não podia perder tempo.

sábado, outubro 13, 2007

Eu gostava de, aqui, agradecer publicamente...**

...aos senhores da Santa Madre Igreja, aos senhores do novo edifício em Fátima, aos senhores da televisão, aos senhores da rádio e, claro, a Deus por ter tornado "surda" e religiosa a minha vizinha do andar de cima, sendo que considero que nos últimos dois dias possibilitaram em conjunto, de forma determinante e incisiva, na minha pessoa, de outra forma saudável e bem humorada, uma monumental dor de cabeça.


Um e.n.o.r.m.e. obrigado.


À vizinha de cima não agradeço essencialmente
porque a culpa é dela, visto que, apesar de
tudo o mais, podia optar por um volume de rádio e
televisão normal. Ou por não ser religiosa.**

domingo, outubro 07, 2007

Sobre ter uma televisão de um palmo - I kid you not! - e a preto e branco.

O novo Hyunday Ita Ita:

Porque o novo i30 é tããããããoo out!

segunda-feira, outubro 01, 2007

Tão queridas que são...

...as senhoras da secretaria. 'Tá dito. Chama-se a isto formação reactiva.



Ou piada.
Também se lhe pode chamar piada.

Eu hoje....


... saí do quarto com a chávena na mão, fui direita ao lavatório da casa de banho e quase lá despejei o resto do café.

Precisava de dormir uns dias.



Um dia destes, nem a mastigar os grãos consigo funcionar.

quarta-feira, setembro 26, 2007

A semana vai a meio. Dizem eles. Porque eu ainda não vi nada.

O respeito é uma coisa fixe.
Sei lá... gosto!!

E coisas como chegar duas horas depois para cancelar marcações prévias são "desrespeitosas". Digo eu. Em particular quando (hipoteticamente falando, claro) me levanto às 7h para uma marcação às 8h. Sim. Da manhã. Marcação essa que eu pago muitíssimo bem para manter, sendo, claramente, a outra parte devidamente financiada pela sua necessária comparência. No minimo, espero e exijo comparência ou notificação da impossibilidade da mesma. É razoável. Digo eu. Digamos que um contracto, assim hipoteticamente falando, de natureza pedagógica.

Sei eu que na prestação de outros serviços igualmente, desculpem a redundância, prestados pela parte em falta, de igual importância, que, um dia, também será minha função prestar e aos quais, hipoteticamente e a título explicativo, podemos até chamar, sei lá, terapêuticos, são respeitadas as respectivas marcações... aliás, há até, nesses outros ditos serviços, uma linha permanente de comunicação directa com a outra parte. Portanto, a modos que me escapa tamanha falta de sentido de responsabilidade e de consideração por quem um dia será responsável pelo prestígio ou desprestígio da outra parte através das competências que apresentar no mercado de trabalho. Enfim... isto tem de mudar, senão alguém vai ficar de mau humor crónico. E isso não é fixe. É que assim não dá!

Não é pró-social.

segunda-feira, setembro 24, 2007

E eu disse:

Queres levar um estalo?! Sem ofensa.


...uma pessoa levantar-se
de madrugada dá nisto...

segunda-feira, setembro 10, 2007

Not that it's every so slightly extremely important, but...

«DON'T FENCE ME IN (Cole Porter)

Wildcat Kelley, lookin' mighty pale,
Was standin' by the sheriff's side
And when the sheriff said "I'm sendin' you to jail",
Wildcat raised his head and cried

Oh, give me land, lots of land under starry skies above,
Don't fence me in.
Let me ride through the wide open country that I love,
Don't fence me in.
Let me be by myself in the evenin' breeze,
listen to the murmur of the cottonwood trees,
Send me off forever but I ask you please,
Don't fence me in.

Just turn me loose, let me straddle my old saddle
Underneath the western skies.
On my Cayuse, let me wander over yonder
'Till I see the mountains rise.

I want to ride to the ridge where the west commences
gaze at the moon 'till I lose my senses
I can't look at hobbles and I can't stand fences
Don't fence me in.

Wildcat Kelley, back again in town,
was standin' by his sweethearts side,
And when his sweetheart said "come on let's settle down",
Wildcat raised his head and cried

Oh, give me land, lots of land under starry skies,
Don't fence me in.
Let me ride through the wide open country that I love,
Don't fence me in.
Let me be by myself in the evenin' breeze,
listen to the murmur of the cottonwood trees,
Send me off forever but I ask you please,
Don't fence me in.

Just turn me loose, let me straddle my old saddle
Underneath the western skies
On my Cayuse, let me wander over yonder
'Till I see the mountains rise.

I want to ride to the ridge where the west commences
gaze at the moon 'till I lose my senses
I can't look at hobbles and I can't stand fences
Don't..... fence me in.»


A faculdade às vezes só atrapalha a vida.


sábado, setembro 08, 2007

Aaah... Coimbra e coiso.

fotografia: Álvaro Duarte

4h45
«Eu apanhei a minha primeira bebedeira de cerveja aos 28 anos!»
- convenientemente gritado perto da minha janela...

...who cares?
Eu.

Parem de gritar perto da minha janela.

Não tenho culpa das bebedeiras alheias,
nem interesse nas ditas cujas mencionadas.

domingo, setembro 02, 2007

It just...


...won't end!

segunda-feira, julho 16, 2007

Ah, pronto.

«Jardim diz que a Madeira não tem dinheiro para a IVG

As mulheres que decidirem pela interrupção voluntária da gravidez terão de recorrer aos serviços de saúde nacionais porque a Região Autónoma da Madeira não tem meios financeiros para satisfazer essa vontade, disse, hoje, o presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim. "Ninguém está a impedir o cumprimento da Lei, a Região não tem é dinheiro e, portanto, existe um número nacional ao qual as pessoas que queiram fazer a interrupção voluntária da gravidez podem recorrer", declarou o governante madeirense à RTP-Madeira. João Jardim adianta que a Madeira não vai desrespeitar a lei mas sublinha que a "República não manda no Orçamento Regional". Por isso, a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais vai emitir uma portaria, dando conta que não tem os meios financeiros para proceder à interrupção voluntária da gravidez, pelo que aconselha as mulheres nela interessadas a recorrerem aos serviços nacionais de Saúde.»

Jornal de Notícias online

Era dar-lhes a INDEPENDÊNCIA...
(a ver para onde é que se viravam!)

segunda-feira, julho 09, 2007

domingo, julho 08, 2007

Crueldade...

... é estar a estudar num belo dia de sol, ouvir alguém lá fora:


«- Olá, vou tomar um café, querem vir?» - voz número 1.
«- Ó pá, hoje não dá. Vou à praia agora» - voz número 2.
«- Vá lá, despacha-te senão aproveitamos pouco a tarde na praia.» - voz número 3.

(...)
[continuação breve e irrelevante]


...e ter de continuar a estudar.

Hoje...

...que acordei cedo, não há missa. Ah, pois é...