segunda-feira, julho 09, 2007
Na íntegra.
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domingo, julho 08, 2007
Crueldade...
... é estar a estudar num belo dia de sol, ouvir alguém lá fora:
«- Olá, vou tomar um café, querem vir?» - voz número 1.
«- Ó pá, hoje não dá. Vou à praia agora» - voz número 2.
«- Vá lá, despacha-te senão aproveitamos pouco a tarde na praia.» - voz número 3.
[continuação breve e irrelevante]
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Sweet lovin'
imagem: Lucinda
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Labels: apontamentos, instintos
Hoje...
...que acordei cedo, não há missa. Ah, pois é...
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Labels: há dias assim
sábado, julho 07, 2007
O primeiro texto
- Porquê ?
que estúpido indignar-me, zango-me com Deus, comigo, com a vida que tive, como pude ser tão desatento, tão arrogante, tão parvo, como pude queixar-me, gostava de ter os joelhos enormes de modo que coubessem no meu colo em vez das cadeiras de plástico
(não são de plástico, outra coisa qualquer, mais confortável, que não tenho tempo agora de pensar no que é)
isto que escrevo sai de mim como um vómito, tão depressa que a esferográfica não acompanha, perco imensas palavras, frases inteiras, emoções que me fogem, isto que escrevo não chega aos calcanhares do senhor idoso de fato completo
(aos quadradinhos, já gasto, já bom para deitar fora)
botão de colarinho abotoado, sem gravata e no entanto a gravata está lá, a gravata está lá, o que interessa a nódoa da manga
(a nódoa grita)
o que interessa que caminhe devagar para o balcão mal podendo consigo, doem-me os dedos da força que faço para escrever, não existe um único osso que não lhe fure a pele, entende-se o sofrimento nos traços impassíveis e não grita com os olhos porque não tem olhos já, tem no lugar deles a mesma pele esverdeada que os ossos furam e me observa por instantes, diga
- António
senhor, por favor diga
- António
chamo-me António, não tem importância nenhuma mas chamo-me António e não posso fazer nada por si, não posso fazer nada por ninguém, chamo-me António e não lhe chego aos calcanhares, sou mais pobre que você, falta-me a sua força e coragem, pegue-me antes você ao colo e garanta-me que não morre, não pode morrer, no caso de você morrer eu
no caso de você e da rapariga da almofada morrerem vou ter vergonha de estar vivo.
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Extraordinariedade 101 (one 0 one)
«Tu 'tivestes a ouvir qualquer coisa nos tímpanos!» - homem fora duma carrinha para homem que se estava a rir sozinho dentro da dita carrinha...
...isso e gajos feitos a jogar futebol com bola de voleibol no alcatrão da Rua Padre António Vieira de Coimbra - é assim que eu sei que ou é feriado ou é fim de semana...
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Labels: d'oh, há dias assim, hã?...
Alone with my thoughts
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When there's no one else...
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