sexta-feira, setembro 28, 2007
quarta-feira, setembro 26, 2007
A semana vai a meio. Dizem eles. Porque eu ainda não vi nada.
E coisas como chegar duas horas depois para cancelar marcações prévias são "desrespeitosas". Digo eu. Em particular quando (hipoteticamente falando, claro) me levanto às 7h para uma marcação às 8h. Sim. Da manhã. Marcação essa que eu pago muitíssimo bem para manter, sendo, claramente, a outra parte devidamente financiada pela sua necessária comparência. No minimo, espero e exijo comparência ou notificação da impossibilidade da mesma. É razoável. Digo eu. Digamos que um contracto, assim hipoteticamente falando, de natureza pedagógica.
Sei eu que na prestação de outros serviços igualmente, desculpem a redundância, prestados pela parte em falta, de igual importância, que, um dia, também será minha função prestar e aos quais, hipoteticamente e a título explicativo, podemos até chamar, sei lá, terapêuticos, são respeitadas as respectivas marcações... aliás, há até, nesses outros ditos serviços, uma linha permanente de comunicação directa com a outra parte. Portanto, a modos que me escapa tamanha falta de sentido de responsabilidade e de consideração por quem um dia será responsável pelo prestígio ou desprestígio da outra parte através das competências que apresentar no mercado de trabalho. Enfim... isto tem de mudar, senão alguém vai ficar de mau humor crónico. E isso não é fixe. É que assim não dá!
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Sandra
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segunda-feira, setembro 24, 2007
E eu disse:
de madrugada dá nisto...
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Sandra
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domingo, setembro 23, 2007
Encontrei não sei onde, mas não foi no livro que ainda não li:
«Escondemos a morte como se ela fosse vergonhosa e suja. Vemos nela apenas horror, absurdo, sofrimento inútil e penoso, escândalo insuportável, conquanto ela seja o momento culminante da nossa vida, o seu coroamento, o que lhe confere sentido e valor.»
«A vida ensinou-me três coisas:a primeira é que não impedirei nem a minha morte nem a dos meus próximos. A segunda é que o ser humano não se reduz àquilo que vemos, ou julgamos ver. É sempre infinitamente maior, mais profundo do que os nossos estreitos julgamentos podem exprimir. E, finalmente, ele nunca disse a última palavra, estando sempre a transformar-se, a realizar-se em potência, capaz de se modificar através das crises e das provações da sua existência.»
«(...)Porque na nossa sociedade não há lugar para os que choram a perda de um ser amado. Ninguém me ajudou a esvaziar a minha dor. Acham normal a depressão das pessoas enlutadas, e recomendam-lhes o médico para que lhes receite anti-depressivos. Tentam distrair-nos, fazer-nos mudar de ideias. Em resumo, querem dizer-nos que têm medo do nosso desgosto(...)»
«Entrar no sonho de outrem é pisar um chão sagrado, penetrar na intimidade do outro. O inconsciente não é apenas o reservatório dos recalcados, ele contém simultaneamente todos os nossos possíveis. É um viveiro de imagens e símbolos susceptíveis de ajudar o nosso desenvolvimento».
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Sandra
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quarta-feira, setembro 19, 2007
segunda-feira, setembro 10, 2007
Not that it's every so slightly extremely important, but...
«DON'T FENCE ME IN (Cole Porter)
Wildcat Kelley, lookin' mighty pale,
Was standin' by the sheriff's side
And when the sheriff said "I'm sendin' you to jail",
Wildcat raised his head and cried
Oh, give me land, lots of land under starry skies above,
Don't fence me in.
Let me ride through the wide open country that I love,
Don't fence me in.
Let me be by myself in the evenin' breeze,
listen to the murmur of the cottonwood trees,
Send me off forever but I ask you please,
Don't fence me in.
Just turn me loose, let me straddle my old saddle
Underneath the western skies.
On my Cayuse, let me wander over yonder
'Till I see the mountains rise.
I want to ride to the ridge where the west commences
gaze at the moon 'till I lose my senses
I can't look at hobbles and I can't stand fences
Don't fence me in.
Wildcat Kelley, back again in town,
was standin' by his sweethearts side,
And when his sweetheart said "come on let's settle down",
Wildcat raised his head and cried
Oh, give me land, lots of land under starry skies,
Don't fence me in.
Let me ride through the wide open country that I love,
Don't fence me in.
Let me be by myself in the evenin' breeze,
listen to the murmur of the cottonwood trees,
Send me off forever but I ask you please,
Don't fence me in.
Just turn me loose, let me straddle my old saddle
Underneath the western skies
On my Cayuse, let me wander over yonder
'Till I see the mountains rise.
I want to ride to the ridge where the west commences
gaze at the moon 'till I lose my senses
I can't look at hobbles and I can't stand fences
Don't..... fence me in.»
A faculdade às vezes só atrapalha a vida.
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Sandra
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03:21
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sábado, setembro 08, 2007
Aaah... Coimbra e coiso.
4h45
«Eu apanhei a minha primeira bebedeira de cerveja aos 28 anos!»
- convenientemente gritado perto da minha janela...
Parem de gritar perto da minha janela.
Não tenho culpa das bebedeiras alheias,
nem interesse nas ditas cujas mencionadas.
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Sandra
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04:50
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domingo, setembro 02, 2007
It just...
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Sandra
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23:25
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