sexta-feira, novembro 30, 2007
quarta-feira, novembro 28, 2007
Um dia...
publicado por
Sandra
às
15:41
0
comentário(s)
Labels: comportamento anti-social, há dias assim
terça-feira, novembro 13, 2007
Eu estou a ouvir gaivotas...
E a foto não é minha. Depois digo de quem é.
publicado por
Sandra
às
13:12
0
comentário(s)
Labels: hã?...
quinta-feira, novembro 08, 2007
Da palavra.
Há palavras que nos beijam
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Que contas darás tu dessas vogais
de um azul tão apaziguado?
E das consoantes, que lhes dirás,
ardendo entre o fulgor
das laranjas e o sol dos cavalos?
Que lhes dirás, quando
te perguntarem pelas minúsculas
sementes que te confiaram?
Rui Paixão
(mas podia ter sido Freud ou qualquer poeta)
publicado por
Sandra
às
13:38
1 comentário(s)
Labels: apontamentos, caixa de mensagens, poesia
terça-feira, novembro 06, 2007
Está certissíma, minha senhora.
«“O João é uma criança viva e brincalhona, mas não é bem entendido. Devia haver alguém que o ensinasse a lidar com os sentimentos”, refere Virgínia, que trabalha como costureira e tem quatro filhos.» CM
E até sei quem podia ensiná-lo a fazer isso...
publicado por
Sandra
às
13:04
0
comentário(s)
Labels: d'oh
segunda-feira, novembro 05, 2007
Sobre a doença mental.
publicado por
Sandra
às
22:54
0
comentário(s)
Labels: apontamentos
quarta-feira, outubro 31, 2007
Do "Mozart and the Whale" (2005)
'Cause whatever you are...
... is exactly what I want...» - Mozart.
publicado por
Sandra
às
20:29
0
comentário(s)
Labels: caixa de mensagens, plágio
terça-feira, outubro 23, 2007
Por aqui, caminha-se.
el camino, y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
sino estelas en la mar.
publicado por
Sandra
às
21:43
0
comentário(s)
Presta atenção ao teu inconsciente ou...
Saí de casa às 16h00 para ir aos correios. 30 minutos seriam tempo suficiente. Assim que fechei a porta, apercebi-me que não tinha chave comigo. Não podia voltar a entrar. Cinco minutos antes tinha estado a pensar que não me podia esquecer de a pôr no bolso. Tinha o telemóvel. Mandei sms a uma das minhas colegas de casa que estava a ter aulas, mas, tudo bem, tinha intervalo às 16h30. Fui ter à porta da sala dela e esperei. Às 16h30, ela saiu e emprestou-me a chave dela. Fui aos correios. Quando já estava a ser atendida, notei que não tinha comigo o envelope que queria enviar. Voltei para casa pelo pior caminho. Porque era o mais rápido. Já eram 17h00 quando cheguei. O envelope estava em cima do teclado do pc. Não volto lá hoje, estou cheia de trabalho, não posso perder tempo.
publicado por
Sandra
às
17:11
0
comentário(s)
Labels: caixa de mensagens, há dias assim








