quarta-feira, março 26, 2008

Andar de comboio é fixe

«Fui ver o vulcão da Madeira. Só há um. Que eu saiba a Madeira só tem um vulcão.»

Não sei se só havia um e o arquipélago é de origem vulcânica, mas as erupções mais recentes terminaram há 6500 anos...

segunda-feira, março 03, 2008

Sobre a coragem.

«Tem de ser. Não tens noção das dores.» dizia ela à amiga.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Acabou-se o tempo para pensar no título e ainda não tenho nenhum, portanto, sem mais delongas, deixo-vos com a cultura romântica:

Yo prefiero seguir buscando
los defectos y los encantos
de una dama golfa y valiente,
verdadera como la guerra,
despeinada como la tierra
y canalla como la gente.
Yo prefiero una compañera
perfumada con la madera,
con el cuero y con la palabra...
Hembra,una mujer para mi deve ser
mucho más que una hembra
que desprecie la corbata y el chanel,
el dinero y la mentira,
sólo por esa mujer valdrá mi muerte
más que mi vida.


segunda-feira, janeiro 21, 2008

Há dias mais complicados do que outros...

...mas tivessem sido todas as épocas de exames assim e estávamos nós muito bem... parecem férias!!

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Eis que...

... fui de férias. Uma semana. Não é que quisesse propriamente voltar agora. Acabaram-se os dias de sol, as meias-de-leite com espuma e as tostas de galinha. Acabaram-se os passeios para apanhar sol, porque estar em casa é um tédio. Agora, resta pagar pelas férias com tempo que obriga a optar entre dormir e cumprir prazos que não fui eu que acordei. Ainda não comecei e já sinto a insónia do stress (stresse? setresse?). É só continuar a respirar propriamente, é fácil: a especialização é esta e faltam 19(?) meses. Só não vejo a necessidade de os passar à sombra ou em casa. Mas não faz mal. Faltam 19 (?) meses. Depois há outras coisas para fazer. Melhores. Não é que agora sejam más, as coisas. Más são as condições em que elas decorrem. Este tempo não é o meu. Não que isso importe ou possa ser mudado. Por enquanto.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Da dúvida.

Levantar às seis e trinta. Cerca de duzentos quilómetros por dia. Um telemóvel com menos de um ano e com mais de cento e cinquenta horas de conversação. Ter dentro da cabeça uma empresa com dois mil clientes, saber manter um contacto profissional que, a despeito de estarmos no melhor ou no pior dos nossos dias, tem de ser cordial, sóbrio e atenciososo. Gerir a relação de setenta empregados. Sair com os miolos feitos em água e dirigir-me para a universidade. Deu-me a pancada da tese. Entrar em casa às onze e meia da noite. Tentar gerir a casa e os afectos. Antes de ir para cama, escrevo este texto a pergunto-me se tudo isto vale a pena, se não estou a esquecer-me das coisas mais importantes da vida, se vale a pena escrever este texto, se faz sentido um caos deste tipo, para ficar sem tempo para grande parte das minhas devoções e das minhas paixões, se vale a pena esta dor de cabeça que tenho, se vale a pena ter estudado para ter como recompensa um telefone com doze chamadas por responder, se vale a pena. Suponho que a vossa vida seja parecida com isto, mas nunca vos perguntais se vale a pena. Tenho que ir dormir. E tenho que mudar de página.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Vejo dois problemas com a questão do espaço.

O desperdício que parece ser a existência de certas pessoas
e a pouca ocupação dele por outras;

Ophelia Mourne


Qualquer semelhança entre isto e desapego à raça humana em geral, é pura coincidência.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Um dia...

...esta merda acaba e eu vou poder dormir ou ler um livro.
Eventualmente, eu vou ter férias.
Certo?

terça-feira, novembro 13, 2007

Eu estou a ouvir gaivotas...

... na alta de Coimbra.


Espero não estar a desenvolver esquizofrenia.
E a foto não é minha. Depois digo de quem é.